Esportes

Dirigente projeta Olímpico como casa no segundo turno

Redação DM

Publicado em 2 de agosto de 2018 às 00:40 | Atualizado há 8 anos

Faltando apenas uma rodada para o final do primeiro turno, a diretoria do Goiás começa a pla­nejar a segunda metade do Cam­peonato Brasileiro Série B. No sá­bado o esmeraldino fecha o turno contra o Brasil de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Na sexta-feira da semana que vem (10), a equipe volta a Goiânia, para enfrentar o CSA-AL. Nos últimos jogos, não houve venda de ingressos nas bi­lheterias do Olímpico, segundo Mauro Machado, vice-presidente de futebol, a medida será mantida para os próximos jogos da equipe em casa no segundo turno.

“Nós vamos tentar implantar o sistema de compra antecipada. Nós não queremos mais fazer venda de ingresso no estádio. A compra an­tecipada é muito mais confortável para o torcedor, a gente precisa criar essa cultura de uma certa programa­ção para os jogos do clube do cora­ção. Isso pode ser feito comprando antecipadamente ou sendo sócio torcedor, que ele automaticamen­te terá sua entrada garantida em to­dos os jogos do Goiás. Nós fizemos isso nos dois últimos jogos no Olím­pico e a proximidade das bilheterias com as catracas deixa o acesso tu­multuado’’, falou o dirigente sobre a continuidade da venda antecipada dos ingressos para o jogo do Goiás.

Apesar da reforma da Serrinha estar em andamento e com entrega prevista para setembro, o Goiás não pretende transferir para lá seus jo­gos na Série B. Segundo Mauro Ma­chado, o Olímpico continuará sen­do a casa do Goiás na competição. No estádio a equipe somou cinco vi­tórias e foi derrotada uma vez, um aproveitamento de 83% dos pontos disputados. No entanto caso haja pedidos de jogadores ou comissão técnica para a mudança de local, o clube atenderá de prontidão.

“Nós pretendemos manter nos­sos jogos no Olímpico, essa é a ideia inicial. Evidentemente que essas questões não podem ser fechadas, se surgir algum empecilho para que a gente possa fazer os jogos no Olímpico, nós vamos mudar para a Serrinha, ou Serra Dourada. Por exemplo, qualidade do gramado, pedido de comissão técnica ou jo­gadores, mas a ideia é que a gente continue mandando nossos jogos no Estádio Olímpico, mesmo que seja uma casa pequena para a torci­da do Goiás’’, explicou o dirigente so­bre a manutenção da casa esmeral­dina nos próximos jogos na Série B.

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