Esportes

Elenco tenta se blindar contra ansiedade em casa

Redação DM

Publicado em 3 de agosto de 2018 às 01:22 | Atualizado há 8 anos

Frequentando o G-4 pela maior parte do Campeonato Bra­sileiro Série B, o Vila Nova vive atualmente um momento de tur­bulência. O Tigre não vence em Goiânia há quase três meses, mas vinha se salvando pelas vitórias fora de casa. Agora, vindo de duas derrotas seguidas em Santa Ca­tarina (Figueirense e Criciúma) e fora da faixa de acesso a Série A, a pressão aumenta ainda mais.

A resposta tem que ser dada rapidamente. Amanhã, o colo­rado encerra o primeiro turno da competição diante do São Bento, às 16h30, no Serra Dou­rada. Com um jejum de seis jogos como mandante (cinco empates e uma derrota), a ansiedade e o nervosismo passam a ser adver­sários a mais do Tigre.

“A ansiedade vem existin­do, mas estamos nos cobrando quanto a isso. Temos 90 minutos para ganhar o jogo. O professor (técnico Hemerson Maria) vem nos passando tranquilidade. Te­mos qualidade e estamos crian­do. Às vezes a ansiedade acaba nos atrapalhando na hora de ma­tar o jogo. Então temos que co­locar a tranquilidade em práti­ca”, comentou o volante Moacir.

Na oitava posição da Série B, com 27 pontos, o Vila Nova até tem chances de fechar o primei­ro turno no G-4, com 30 pontos. No entanto, para que isso acon­teça o Tigre precisa vencer e tor­cer pelo tropeço de Goiás, Cori­tiba e Avaí, que atuam fora de casa, contra Brasil, Fortaleza e Ponte Preta, respectivamente.

Moacir admite que o elenco não esperava por uma queda de rendimento no final do primei­ro turno, mas ainda vê o colora­do na disputa. “Se for falar o que nós imaginávamos era terminar o primeiro turno invicto. Seria o nosso sonho. Mas fizemos um primeiro turno bom. Oscilamos em alguns momentos, e isso não pode acontecer no segundo tur­no. Mas se a gente fechar o pri­meiro turno com 30 pontos vai ser uma boa pontuação.

REFORÇO

Tendo o terceiro pior ataque da Série B, com 16 gols marca­dos em 18 jogos, o Vila Nova anunciou mais um reforço no setor ofensivo, para tentar so­lucionar esse incômodo proble­ma. A diretoria colorada contra­tou o atacante Léo Itaperuna, 29 anos, que vem do Paraná. O jo­gador estava atuando na Série A, mas seus números não são tão animadores. Em 11 parti­das pelo time paranaense–cin­co como titular–o atacante não marcou sequer um gol.

Revelado pelo Fluminense, Léo Itaperuna também jogou por Du­que de Caxias, Cabofriense, Ara­pongas e São Bento, além de pas­sagens pela Suíça e Coreia do Sul.

Tags

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia