Esmeraldinos lamentam empate nos acréscimos
Redação DM
Publicado em 16 de fevereiro de 2018 às 01:33 | Atualizado há 8 anos
No duelo diante do Anápolis, o Goiás teve o controle total da partida, principalmente no primeiro tempo, quando nos acréscimos abriu o placar, com Giovanni em cobrança de pênalti. Porém, na segunda etapa, precisando do empate, a equipe do Anápolis foi para cima, e também nos acréscimos marcou o gol que deu números finais à partida. Para Eduardo Brock, o gol sofrido saiu de um vacilo da equipe, mas que agora é hora de levantar a cabeça.
“Vacilo nosso. Nós poderíamos ter afastado a bola, não afastamos. Acaba acontecendo o gol, mas também faz parte do futebol, é aprendizado. Quando tiver a chance nós temos que matar o jogo. Foi um empate, não uma derrota. Então não é terra arrasada, é ter a cabeça tranquila para não se cometer mais esse erro’’, falou o zagueiro Eduardo Brock.
O Goiás parecia se encaminhar para uma vitória sem sustos, mesmo com o placar magro. No entanto, o controle saiu da mão do esmeraldino, quando aos 35 minutos, Felipe Garcia, que já havia recebido cartão amarelo na partida, cometeu falta fora do lance da bola e foi para o chuveiro mais cedo. A partir de então, a equipe sofreu pressão do adversário e deixou o triunfo escapar. Além da expulsão, o atacante perdeu três chances claras de gol que poderiam ter dado tranquilidade para a equipe no placar.
“A pressão foi a partir do momento da expulsão do nosso jogador. Com um a menos é muito difícil, mas antes disso tivemos muitas chances, poderíamos ter decidido antes, não decidimos e acabamos tomando o empate’’, analisou o goleiro Marcelo Rangel