Esportes

Não vai tirar o pé

Redação DM

Publicado em 21 de abril de 2018 às 01:45 | Atualizado há 1 ano

Após a classificação na Copa do Brasil diante do Avaí, o Goiás se prepara para enfrentar mais um time de Santa Catarina, desta vez pela Série B. O esmeraldino vai duelar contra o Figueirense, pela segunda ro­dada da competição. Na estreia, o Goiás foi derrotado pelo CSA pelo placar de 2 a 1.

Na partida do meio de semana, Hélio dos Anjos perdeu dois joga­dores por lesão, Léo Sena e Júnior Viçosa. O treinador não contou com o atacante Maranhão con­tra o Avaí, devido a uma entorse no tornozelo. Apesar das baixas recorrentes, o treinador descar­tou colocar em campo um time com várias mudanças. Segundo Hélio, se depender das suas con­vicções o Goiás vai a campo com o melhor que tem à disposição para enfrentar o Figueirense.

“Se eu não tiver que usar qual­quer jogador contra o Figueirense é única e exclusivamente por ques­tões médicas ou físicas no limite. Eu só mexo se o departamento físico ou médico me orientar. A minha orientação é de estar com o melhor que eu tenho para o jogo contra o Figueirense. O jogo para nós é deci­são’’, descartou o treinador a hipó­tese de poupar jogadores.

Na última partida, o Goiás jo­gou diante de um público de mais 22 mil presentes no Serra Doura­da. Para a partida de hoje o treina­dor espera novamente uma boa presença de público para apoiar a equipe. Para Hélio, a torcida será um jogador a mais devido ao des­gaste que a partida diante do Avaí provocou no elenco.

“Nós precisamos do nosso tor­cedor, de uma força extra, porque queira ou não queira o jogo con­tra o Avaí foi super desgastante. Eu tenho quatro jogadores que apresentaram dificuldades de recuperação. Eu estou com 22 jogadores convocados e eu vou confirmar a recuperação para eu definir’’, falou o treinador sobre a importância do apoio da torcida para o jogo e também sobre a re­cuperação dos jogadores depois da partida diante do Avaí.

FIGUEIRENSE

Vindo de vitória na estreia da Sé­rie B, o Figueirense teve a semana toda para treinar. A tendência é que o time entre em campo pela tercei­ra vez consecutiva com a mesma formação, diferente do Campeo­nato Catarinense, quando o trei­nador adotou o sistema de rodí­zio para escalar a equipe.

“O que no começo se falou mui­to foi do rodízio. É que eu tenho um plantel e tinha que colocar todos. Era uma preparação curta e não podia perder os atletas por conta de lesão. Agora não. Estou trabalhando com mais tempo e pretendo repetir mais uma vez a escalação, assim como foi na fi­nal e na estreia da Série B’’, falou o treinador sobre a manutenção do time que vem sendo titular.

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