Novos reforços usam versatilidade como trunfo
Redação DM
Publicado em 21 de abril de 2018 às 01:49 | Atualizado há 8 anos
O Atlético apresentou mais dois reforços para fortalecer o elenco na disputa do Brasileiro Série B. Um é velho conhecido da torcida rubro-negra, enquanto o outro terá a primeira passagem pelo futebol goiano, mas fez história no Nordeste brasileiro. O zagueiro Victor Oliveira, revelado na base atleticana, retorna ao time, enquanto o versátil meio campista Bileu chega ao clube após jogar o Campeonato Paulista pela Linense.
Victor Oliveira pode ser definido mais como defensor, já que o atleta pode atuar tanto como zagueiro, quanto como lateral-esquerdo. Conhecido do torcedor atleticano, Victor foi revelado no Dragão em 2014, quando se destacou ao longo de 15 partidas na campanha da Série B que quase deu o acesso ao clube. Além disso, tem passagens por Fluminense, Joinville e pelo futebol da Moldávia. Chega de empréstimo da Tombense-MG.
“Pode se dizer que estou mais maduro em relação ao começo da carreira no Atlético. Passei por outras equipes e outros campeonatos. Aqui, em 2014, foi o meu início, onde tive as primeiras oportunidades como jogador profissional. Vai se fazer quatro anos já desde a minha primeira passagem. Hoje, chego como um atleta mais preparado para a Série B do que o Victor de 2014”, avaliou o velho conhecido da torcida.
Já Bileu é um contraste do elenco rubro-negro. Apesar da diretoria ter optado por vários jovens apostas do futebol brasileiro, o meia tem 29 anos e experiência por grandes clubes do Nordeste, como: ABC, com acesso à Série B, Santa Cruz – onde conseguiu ingressar na Série A e Sport Recife. Assim como Victor Oliveira, é versátil: pode atuar como volante, meia ou até na lateral-direita.
Como Tomas Bastos foi expulso no último jogo, na derrota por 1 a 0 para o Coritiba, há a expectativa de Bileu estrear entre os 11 iniciais. “Vamos conversar com o treinador. Estou com pouco tempo de trabalho com o grupo que está jogando, o que pode prejudicar um pouco na minha estreia, caso eu jogue no próximo jogo. Passei muito tempo fazendo um necessário complemento físico, e isso causa falta de entrosamento. Creio que aguento jogar 90 minutos, porque trabalho para isso. São duas semanas de treino intenso e se o professor (Tencati) optar por mim, estarei à disposição para ajudar o grupo”, opinou o experiente Bileu.