Esportes

Sem vitórias, várias lesões

Redação DM

Publicado em 26 de janeiro de 2018 às 02:45 | Atualizado há 8 anos

O futebol em 2018 do Atléti­co começou oficialmente há pouco mais de uma se­mana e já gera preocupações na comissão técnica, diretoria e tor­cida. Em três jogos, o time somou dois pontos: uma derrota e dois empates. Depois da derrota para a Aparecidense, na última quar­ta-feira (24), por 2 a 1, o Dragão chega para a quarta rodada como lanterna da competição.

Apesar de resultados e atuações ruins, o técnico João Paulo Sanches tem a total confiança do diretor de futebol Adson Batista e continua no cargo. Na última temporada, o co­mandante assumiu o Atlético no segundo turno e por pouco não livrou a equipe do rebaixamento. Para João Paulo, as substituições forçadas prejudicaram o time na derrota para o Camaleão.

“Em todos os momentos em que nós agredimos na marcação, conse­guimos ter superioridade em rela­ção a Aparecidense. Caso contrário, eles tiveram espaço. As substitui­ções descaracterizaram a equipe e tivemos dificuldade principalmen­te no segundo tempo. O protesto da torcida faz parte. O que o Atléti­co vem apresentando, infelizmente dá margens às críticas. Só nós [co­missão técnica e jogadores] pode­mos mudar isso”, decretou o técni­co João Paulo Sanhces.

No duelo contra a Aparecidense, o rubro-negro não teve o seu princi­pal meia, Jorginho, por conta de um desconforto muscular. Além disso, Tomas Bastos, autor do gol atletica­no e que estreava como titular, se le­sionou e teve de sair.

“Nós temos três meias de ar­mação, cada um com sua carac­terística. O Wesley Natã é de maior condução, Jorginho e Tomas são mais clássicos. Perdemos dois e ti­vemos o Wesley em campo, com tontura, por conta do choque no início. Isso contribuiu para a nos­sa queda de rendimento e não criação na reta final de confron­to”, avaliou o treinador atleticano sobre a falta de criação do time.

O pouco espaço de tempo para treinar e maratona de jogos já tem rendido lesões no clube rubro-ne­gro neste início de

Sob comando de Jorge Soter na preparação física, as contusões já preocupam. No confronto contra a Aparecidense, o meia Tomas Bastos saiu com muitas dores e teve sus­peita de fratura no braço direito. Mas o resultado dos exames apon­tou apenas um trauma pela pan­cada e o jogador deve atuar contra o Vila Nova, no clássico de sábado (27) às 17h no Estádio Olímpico.

Outro que saiu e vinha sendo ti­tular foi o centroavante Élder San­tana. Um estiramento na coxa es­querdo tirou o atleta de cena. Élder saiu mancando muito na última quarta e está vetado para o clás­sico. Vale lembrar que outro cen­troavante contratado, Tito, sequer treinou com bola desde que che­gou do Confiança (SE) pois apre­senta problemas físicos.

Diante da Aparecidense, o meia Jorginho não jogou pois foi pou­pado – apresentou desconforto muscular na atividade de terça­-feira, assim o volante Diego Sil­va, que foi poupado do treino, mas atuou na última rodada. Contra o Vila, segue como dúvida.

O Dragão terá 10 jogos no pe­ríodo de 30 dias neste início de ano – uma partida a cada três dias. Inclusive o confronto contra o Altos (PI) no interior piauien­se pela Copa do Brasil. Com jo­gos às quartas e finais de sema­na, a comissão técnica trabalha com forte trabalho de regenera­ção dos atletas e treinos físicos e táticos leves para evitar lesões e desgastes nos jogadores.

 

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