Esportes

Treinador comemora gols marcados em bola parada

Redação DM

Publicado em 27 de fevereiro de 2018 às 00:25 | Atualizado há 8 anos

O Atlético saiu de campo após o clássico contra o Vila Nova com um gosto de derrota, segundo os próprios jogadores do time. Na se­gunda etapa, a equipe recuou até levar o gol de empate nos minu­tos finais de confronto. Por outro lado, há o que se destacar positi­vamente no elenco treinado pelo técnico Cláudio Tencati. Nos últi­mos jogos, além da melhor pos­tura defensiva, os zagueiros têm decidido e marcado em jogos do Campeonato Goiano.

No clássico, René Santos fez o gol no empate por 1 a 1 com o Ti­gre, após falha de posicionamento da zaga vilanovense e saída ruim do goleiro Mateus Pasinato. Além dele, todos os outros zagueiros do elen­co – William Alves, Lucas Rocha e Hugo Gomes – já haviam marcado com a camisa rubro-negra. A bola parada; seja em faltas, escanteios e pênaltis; é bastante treinada no dia a dia do clube, desde o trabalho de João Paulo Sanches.

“A gente tem feito um trabalho excelente durante as semanas. De­fendemos bastante, mas temos a consciência de que quando va­mos para o ataque, podemos de­cidir um jogo se estivermos con­centrados. O William decidiu uma partida, o Lucas fez gol e o Hugo também. Hoje eu pude marcar. Precisamos manter esse foco para ajudar de todas as formas e, quan­do chegar na frente, fazer o gol”, avaliou o zagueiro René Santos.

Outra estratégia utilizada pelo atual técnico do clube, Cláudio Tencati, é a alternância entre um canhoto e destro nas cobranças. Dependendo da situação do jogo e local da bola parada, Tomas Bas­tos e Júlio César vão para a bola e alternam entre si as batidas. No gol de René, Júlio César fez o cru­zamento em escanteio do lado es­querdo. Já no tento de William Al­ves, por exemplo, na vitória por 1 a 0 contra o Itumbiara, Tomas Bastos cruzou na área em falta pela direita.

“O treinamento é um recurso que o futebol exige para todas as equipes atualmente. Quando eu disse que na semana iríamos apri­morar alguns aspectos do Atlético, não há dúvidas que trabalhamos a bola parada também. A falta late­ral e o escanteio hoje é uma arma que temos a mais para poder bus­car resultados. E o futebol se defi­ne, em muitos momentos, em co­brança de bola parada. Se você não tem um jogador talentoso para ser o destaque individual, a jogada co­letiva decide. Vamos continuar tra­balhando sobre isso”, decretou o técnico Cláudio Tencati.

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