Uma loucura a ser contada pelos livros de história no futuro!
Redação DM
Publicado em 7 de janeiro de 2023 às 16:52 | Atualizado há 4 anos
O segundo turno aconteceu no dia 30 de outubro e a partir do dia seguinte até os dias atuais, bolsonaristas permanecem prostrados nas portas dos quartéis, onde estão sendo alimentados por Fake News sobre uma impossível reversão do resultado limpo das eleições.
A cada novo dia que nasce, aparece uma nova mensagem afirmando que em 48 ou 72 horas irá acontecer alguma coisa que vai mudar a situação desesperadora que aflige os inconformados derrotados. Essas mentiras contadas pelos líderes do movimento enchem de esperança o coraçãozinho dos incautos.
Os arautos da seita bolsonarista fazem orações pedindo intervenção militar, federal, divina ou até alienígena para impedir que o presidente Lula, eleito de forma transparente e acima de qualquer suspeita, tome posse em 01/01/2023.
Esses patriotários já nos proporcionaram momentos que envergonham e ridicularizam todos que votaram e apoiaram o pior e mais nefasto ser humano a presidir o Brasil em 133 anos. Os historiadores terão trabalho para descrever no futuro o que foi essa situação.
Eles não se furtam a dividir com o restante do conjunto de brasileiros que chamo de normais, os vídeos e áudios com danças, marchas, mulheres gritando em êxtase achando que Alexandre de Moraes foi preso e chegam ao ápice da idiotia ao crer que Lula morreu no Hospital Sírio Libanês e um clone foi colocado em seu lugar. Essa versão aloprada e mentirosa também foi levada ao ar por um radialista da Jovem Pan.
Agora que a vida em 2023 começa a voltar ao normal, as denúncias contra o nefasto e seu desgoverno começaram a serem divulgadas e os quartéis voltaram a ter suas portas liberadas, talvez possamos um dia sentir falta das atitudes ridículas, infantilizadas e sem noção deste grupo que age como zumbis depois de sofrerem lavagem cerebral por quatro anos seguidos.
O choque da realidade será forte e cruel.
Escritor, blogger, analista político e graduado em Gestão Pública