Política

Alckmin diz que chapa presidencial de 2026 ainda não está definida

Léo Carvalho

Publicado em 6 de março de 2026 às 13:39 | Atualizado há 4 meses

Geraldo Alckmin afirmou que decisão sobre chapa presidencial de 2026 será tomada mais adiante | Foto: Júlio Cesar Silva/MDIC
Geraldo Alckmin afirmou que decisão sobre chapa presidencial de 2026 será tomada mais adiante | Foto: Júlio Cesar Silva/MDIC

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta sexta-feira (6) que a definição da chapa presidencial para as eleições de 2026 ainda não foi tomada. A declaração foi dada a jornalistas durante agenda oficial no município de Colatina, no Espírito Santo.

Questionado sobre a possibilidade de voltar a disputar o cargo de vice-presidente ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Alckmin disse que a decisão será discutida em outro momento.

“Essa é uma definição mais pra frente, mas quero dizer que estou muito honrado e feliz de participar com o presidente Lula ajudando o Brasil”, afirmou.

Alckmin participou de uma cerimônia de entrega de equipamentos médicos na cidade capixaba. Durante a conversa com a imprensa, ele também comentou a possibilidade de uma candidatura ao governo de São Paulo.

Ao falar sobre o cenário no estado, o vice-presidente citou nomes de integrantes do atual governo federal que poderiam disputar o cargo.

“Em São Paulo temos Fernando Haddad, que é ótimo candidato pra tudo, o Márcio França, que foi governador e é ministro do governo Lula, e a Simone Tebet, que pode ir pra São Paulo. Então você tem aí um conjunto de alternativas”, disse.

Na quinta-feira (5), Alckmin anunciou que deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no dia 4 de abril. A data corresponde ao prazo legal para a desincompatibilização de ocupantes de cargos públicos que pretendem disputar eleições.

O papel do vice-presidente nas eleições de 2026 ainda não foi definido dentro do governo. Enquanto uma ala considera natural sua permanência na chapa presidencial, outros aliados defendem a escolha de um nome de outro partido para compor a candidatura.

Em entrevista recente, o ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que o MDB possui quadros que poderiam ocupar a vaga de vice, como o ministro dos Transportes, Renan Filho, e o governador do Pará, Helder Barbalho. (Com informações de Leonardo Volpato/Folhapress)


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