Política

AO VIVO: Julgamento do caso Marielle no STF

Léo Carvalho

Publicado em 24 de fevereiro de 2026 às 10:34 | Atualizado há 5 meses

O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, segue em fase judicial | Foto: Divulgação
O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, segue em fase judicial | Foto: Divulgação

O caso envolve o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 14 de março de 2018, no Bairro do Estácio, no Rio de Janeiro. Os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram presos em março de 2019, apontados como executor dos disparos e motorista do carro utilizado no crime, respectivamente.

Em 2023, Élcio de Queiroz firmou acordo de delação premiada. Em 2024, Ronnie Lessa também fechou acordo de colaboração com a Polícia Federal. Ambos respondem por duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio contra a assessora que sobreviveu ao ataque.

Em março de 2024, a Polícia Federal (PF) prendeu como suspeitos de serem mandantes do crime Domingos Brazão, Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa. Eles foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Como Chiquinho Brazão exercia mandato de deputado federal, o caso passou a tramitar no STF, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. O Supremo analisa a denúncia apresentada pela PGR contra os supostos mandantes e outros investigados por obstrução de Justiça.

Atualmente, os executores respondem a júri popular. Os apontados como mandantes aguardam decisão do STF sobre o recebimento da denúncia. As investigações apontaram relação do crime com interesses ligados à regularização fundiária e atuação de milícias na zona oeste do Rio de Janeiro.


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