Política

Bruno Peixoto defende Daniel na vice de Caiado: Excelente escolha!”

Redação DM

Publicado em 12 de janeiro de 2022 às 21:02 | Atualizado há 5 anos


Fio Direto

Conjecturas
Sobre as possíveis candidaturas da oposição ao governo de Goiás, Bruno Peixoto arrisca dizer que o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), devido a necessidade de se armar um palanque para João Doria em Goiás, será o candidato dos tucanos ao Governo do Estado. “Dória precisa do palanque em Goiás, então Marconi será candidato a governador”, aposta.

Conjecturas II
Em relação a Gustavo Mendanha (sem partido), prefeito de Aparecida de Goiânia, Bruno Peixoto disse que se ele insistir, no que chamou de “aventura”, o seu destino será o mesmo de Antônio Gomides (PT), ex-prefeito de Anápolis, que em 2014 deixou a prefeitura com 80% de aprovação para ser candidato ao governo e fracassou. “Não existe espaço para uma aventura dessa no Estado”, avalia.

Perdeu tempo
Nos bastidores da política goiana, o entendimento é que Gustavo Mendanha perdeu muito tempo na escolha de um partido para ancorar sua pretensa candidatura ao governo de Goiás nas próximas eleições. O que falam, é que é a primeira vez na história política de Goiás que um possível candidato a governador não tem sequer partido a nove meses das eleições.

Pra complicar
De acordo com matéria do Jornal Opção, dois dos principais aliados de Gustavo Mendanha – os deputados federais Magda Mofatto (PL) e Professor Alcides Ribeiro (PP) — estariam inelegíveis. Moffato, por exemplo, teve condenação mantida pelo STJ, que acatou recurso do MP-GO. Já Alcides teve o diploma cassado pelo TRE-GO. Ele recorreu ao TSE.

Reitora UFG
O Ministério da Educação confirmou o nome da professora Angelita Pereira de Lima, diretora da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), para o cargo de reitora da Universidade Federal de Goiás, com mandato de quatro anos. O decreto que conduz Angelita ao posto máximo da UFG foi publicado na última segunda-feira (10) na edição do Diário Oficial da União.

Reação
Embora reconheça a competência e a qualificação da nova reitora, o ex-reitor da UFG Edward Madureira esperava que a nomeada para o cargo fosse a atual reitora em exercício, Sandramara Chaves, que foi a primeira colocada da lista tríplice votada pelo Conselho Universitário da UFG. Para Madureira, o ato do presidente Jair Bolsonaro, de preterir a primeira da lista, foi um ato “covarde e mesquinho”.

Plano Diretor
A relatora do Plano Diretor de Goiânia na Câmara Muncipal, vereadora Sabrina Garcez (PSD), admitiu que a inclusão de cláusula no PDG que acabaria com as Áreas de Proteção Permanentes (APPs) teria sido proposta da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Goiás (Acieg), mas que, diante da repercussão negativa da matéria, vai fazer alterações no texto.

Meirelles: falta de disciplina fiscal elevou inflação
O ex-presidente do Banco Central no governo Lula e atual secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles (PSD), que é pré-candidato ao Senado por Goiás, criticou o resultado da inflação, que fechou 2021 em 10,06%, o pior resultado desde 2015 e que representa o dobro da meta definida pelo Banco Central.

Para Meirelles, a razão mais importante para esse resultado ruim é, sem dúvidas, a falta de compromisso do Governo Federal com a disciplina fiscal do país. “A inflação alta de 2021 tem a ver com a PEC dos Precatórios, um mecanismo de calote técnico, e as várias investidas para furar o teto de gastos, tirando a credibilidade da nossa política fiscal”, apontou.



Linha Cruzada

Notícia de que o Governo de Ronaldo Caiado (DEM) investiu cerca de R$ 3,2 bilhões na área da educação nesses três primeiros anos de gestão, é alvissareira e demonstra zelo da atual gestão quanto à destinação do dinheiro público. Além dos investimentos, Goiás é um dos poucos estados brasileiros que estão cumprindo a aplicação mínima de recursos na Educação, como manda a Constituição Federal. Dos 25% da RCL exigidos pela CF/88, o Estado tem aplicado, em média, 25,55%.



O deputado estadual Bruno Peixoto (MDB), líder do governo na Assembleia Legislativa de Goiás, reafirmou sua defesa ao nome de Daniel Vilela, presidente do MDB em Goiás, como candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado (DEM) nas eleições de outubro próximo, quando o democrata vai tentar a sua reeleição. Para Peixoto, a aliança DEM/MDB reúne as duas maiores forças políticas do Estado e ficará ainda maior por conta da fusão do DEM com o PSL, o que dará origem ao União Brasil, um partido que nasce como uma das maiores bancadas do Congresso Nacional e umas das maiores legendas em Goiás. “Foi um acerto muito grande. Conheço Daniel Vilela, tem capacidade, e o governador Ronaldo Caiado acertou na escolha”, frisou. Segundo o deputado, a aliança entabulada com a concordância de 95% dos emedebistas de Goiás reúne o primeiro e o segundo colocados nas eleições de 2018 e os dois partidos com o maior número de prefeitos, depuTados estaduais, diretórios em todas as cidades e lideranças no interior do Estado, além de tempo de TV e recursos do fundo eleitoral. O emedebista chamou de ‘equivocados’ aqueles que teimam em criticar Daniel Vilela e lembrou que o correligionário já foi deputado federal e ocupou uma das mais importantes comissões da Câmara dos Deputados, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). Na entrevista ao jornalista Jackson Abrão, Bruno Peixoto falou também sobre o possível nome que deve ser o candidato ao Senado Federal na chapa majoritária de Ronaldo Caiado. Segundo ele, cinco nomes disputam a preferência – Delegado Waldir (PSL), Henrique Meirelles (PSD), João Campos (Republcianos), Alexandre Baldy (PP) e Luiz do Carmo (MDB) -, mas, de acordo com o deputado, o que vai definir essa escolha, que deve ser feita entre meados de julho e início de agosto, será a densidade eleitoral e capilaridade que esse possível candidato traga consigo.”Entendo que essa vaga irá para o candidato que reunir o maior número de partidos políticos, de candidatos a deputados estaduais e federais, de tempo de TV, de fundo eleitoral e densidade eleitoral. É fundamental que esse nome venha para agregar”, explica.



Fio Direto

Conjecturas
Sobre as possíveis candidaturas da oposição ao governo de Goiás, Bruno Peixoto arrisca dizer que o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), devido a necessidade de se armar um palanque para João Doria em Goiás, será o candidato dos tucanos ao Governo do Estado. “Dória precisa do palanque em Goiás, então Marconi será candidato a governador”, aposta.

Conjecturas II
Em relação a Gustavo Mendanha (sem partido), prefeito de Aparecida de Goiânia, Bruno Peixoto disse que se ele insistir, no que chamou de “aventura”, o seu destino será o mesmo de Antônio Gomides (PT), ex-prefeito de Anápolis, que em 2014 deixou a prefeitura com 80% de aprovação para ser candidato ao governo e fracassou. “Não existe espaço para uma aventura dessa no Estado”, avalia.

Perdeu tempo
Nos bastidores da política goiana, o entendimento é que Gustavo Mendanha perdeu muito tempo na escolha de um partido para ancorar sua pretensa candidatura ao governo de Goiás nas próximas eleições. O que falam, é que é a primeira vez na história política de Goiás que um possível candidato a governador não tem sequer partido a nove meses das eleições.

Pra complicar
De acordo com matéria do Jornal Opção, dois dos principais aliados de Gustavo Mendanha – os deputados federais Magda Mofatto (PL) e Professor Alcides Ribeiro (PP) — estariam inelegíveis. Moffato, por exemplo, teve condenação mantida pelo STJ, que acatou recurso do MP-GO. Já Alcides teve o diploma cassado pelo TRE-GO. Ele recorreu ao TSE.

Reitora UFG
O Ministério da Educação confirmou o nome da professora Angelita Pereira de Lima, diretora da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), para o cargo de reitora da Universidade Federal de Goiás, com mandato de quatro anos. O decreto que conduz Angelita ao posto máximo da UFG foi publicado na última segunda-feira (10) na edição do Diário Oficial da União.

Reação
Embora reconheça a competência e a qualificação da nova reitora, o ex-reitor da UFG Edward Madureira esperava que a nomeada para o cargo fosse a atual reitora em exercício, Sandramara Chaves, que foi a primeira colocada da lista tríplice votada pelo Conselho Universitário da UFG. Para Madureira, o ato do presidente Jair Bolsonaro, de preterir a primeira da lista, foi um ato “covarde e mesquinho”.

Plano Diretor
A relatora do Plano Diretor de Goiânia na Câmara Muncipal, vereadora Sabrina Garcez (PSD), admitiu que a inclusão de cláusula no PDG que acabaria com as Áreas de Proteção Permanentes (APPs) teria sido proposta da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Goiás (Acieg), mas que, diante da repercussão negativa da matéria, vai fazer alterações no texto.

Meirelles: falta de disciplina fiscal elevou inflação
O ex-presidente do Banco Central no governo Lula e atual secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles (PSD), que é pré-candidato ao Senado por Goiás, criticou o resultado da inflação, que fechou 2021 em 10,06%, o pior resultado desde 2015 e que representa o dobro da meta definida pelo Banco Central.

Para Meirelles, a razão mais importante para esse resultado ruim é, sem dúvidas, a falta de compromisso do Governo Federal com a disciplina fiscal do país. “A inflação alta de 2021 tem a ver com a PEC dos Precatórios, um mecanismo de calote técnico, e as várias investidas para furar o teto de gastos, tirando a credibilidade da nossa política fiscal”, apontou.



Linha Cruzada

Notícia de que o Governo de Ronaldo Caiado (DEM) investiu cerca de R$ 3,2 bilhões na área da educação nesses três primeiros anos de gestão, é alvissareira e demonstra zelo da atual gestão quanto à destinação do dinheiro público. Além dos investimentos, Goiás é um dos poucos estados brasileiros que estão cumprindo a aplicação mínima de recursos na Educação, como manda a Constituição Federal. Dos 25% da RCL exigidos pela CF/88, o Estado tem aplicado, em média, 25,55%.


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