Com chapa pura, PSol entra na disputa com Weslei ao Estado e Fabrício ao Senado
Redação DM
Publicado em 7 de agosto de 2018 às 02:11 | Atualizado há 8 anos
Com uma agenda gauche, plataforma republicana, concepção não patrimonialista de poder, o Partido Socialismo e Liberdade, fundado em 2004, uma dissidência à esquerda do PT, quer fazer história. Mais: contribuir para atingir a meta estabelecida pela Cláusula de Barreira e projetar Weslei Garcia, ao Palácio das Esmeraldas, Erenilda, Nildinha, ativista política e social para a vice, com Fabrício Rosa, Policial Rodoviário Federal e defensor dos direitos LGBTs, ao Senado.
Os socialistas lançaram para a presidência da República o cientista social e especialista em Psicanálise, líder do MTST, Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, Guilherme Boulos. Um quadro qualificado da esquerda latino-americana. Com influência de massas. Para a sua vice, a líder indígena, ativista pelas demarcações de terras e contra grileiros, Sônia Guajajara. Os dois denunciam o golpe líquido e frio de 2016 e condenam a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva.
AGENDA GAUCHE
O PSol defende a Ética na Política. Mais: o combate à corrupção. Esquerdistas, atacam as reformas ultraliberais de Michel Temer. Como a Trabalhista, a do Ensino Médio, o Pacote de Concessões e de Privatizações, a Entrega do pré-Sal ao Capital Estrangeiro e vociferam contra o ensaio do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional para colocar em votação a Reforma da Previdência. Para destruir direitos históricos dos trabalhadores do Brasil, criticam eles.