Política

Meirelles: economia goiana cresce fortemente

Redação DM

Publicado em 31 de janeiro de 2018 às 01:22 | Atualizado há 8 anos

O ministro da Fazenda, Henri­que Meirelles, afirmou que a eco­nomia de Goiás está crescendo fortemente e que a expansão do emprego registrada no ano pas­sado é uma tendência que deve se confirmar durante 2018. “Per­cebemos em Goiás uma evolução muito forte, voltando, inclusive, aos índices econômicos de 2013, antes da crise. Ou seja, a economia de Goiás cresceu muito”, afirmou Meirelles, enfatizando que os nú­meros, aferidos pelo Banco Cen­tral, são “inquestionáveis”.

Em entrevista ao portal de no­tícias A Redação, após a palestra, Meireles disse que “Goiás saiu da crise e está crescendo forte, mas vai demandar um tempo para a população sentir isso”, movimen­to que ele classificou como roti­na nos processos de retomada do crescimento econômico. “É nor­mal e acontece no Brasil todo. As pessoas começam a se sen­tir cada vez mais seguras”, disse o ministro da Fazenda, que afir­mou a retomada do crescimento ocorre em todo o País mas é mais acelerada em Goiás.

O portal perguntou ao ministro se Goiás está indo bem no “que­sito emprego”. “Muito bem. Goiás está criando vagas de emprego e esse número tende a aumen­tar”, ao que respondeu o minis­tro, em referência aos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostra que o Estado ficou em se­gundo lugar no ranking nacional do saldo de empregos em 2017. Os dados sobre os investimentos, o emprego e a expansão do Pro­duto Interno Bruto (PIB) mostram que o Estado de fato saiu da crise.

Resultado da força da econo­mia e dos investimentos e incen­tivos do governo Marconi Perillo, Goiás encerrou o ano de 2017 com estoque positivo de 25.370 vagas de trabalho formais abertas, com crescimento 2,14% na compara­ção com o ano anterior. O resul­tado colocou a goiana em segun­do lugar no ranking nacional de geração de empregos com cartei­ra assinada, atrás apenas de Santa Catarina (saldo de 29.441). Os da­dos são do Cadastro Geral de Em­pregados e Desempregados (Ca­ged) do Ministério do Trabalho e Emprego e representam a diferen­ça entre as contratações (577.658) e demissões (552.288) no período.

De janeiro a setembro deste ano de 2017, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as ri­quezas geradas, subiu três vezes mais que a média brasileira, no comparativo com o mesmo perío­do de 2016: 1,9%, diante de 0,6%, respectivamente. As estimativas do PIB trimestral goiano são calcu­ladas pelo Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeco­nômicos (IMB), da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan).

Em valores correntes, para o acumulado dos três primeiros trimestres deste ano o IMB/Se­gplan estima que em Goiás as ri­quezas produzidas atingiram R$ 139,53 bilhões e mostra que está ocorrendo um aumento gradati­vo desses valores a cada três me­ses. “Isso demonstra, mais uma vez, que a economia goiana real­mente está superando a crise eco­nômico-financeira que abalou todo o País nos últimos anos, e que vamos fechar 2017 com da­dos estatísticos muito positivos”, avalia a superintendente do IMB, Lillian Maria Silva Prado.

 

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