Política

PCB lança Marcelo Lira ao Estado e quer repetir 1946

Redação DM

Publicado em 7 de agosto de 2018 às 02:09 | Atualizado há 8 anos

Adepto das ideias de Karl Marx, Friedrich Engels e Vladi­mir Ilich Ulianov, codinome ‘Lê­nin’, Marcelo Lira é o nome do PCB, Partido Comunista Brasi­leiro, ao Palácio das Esmeraldas. Com a socialista ‘cult, chic e bela’ Bruna Venceslau em sua vice. Feminista, Magda Borges, uma mulher insubmissa, concorre­rá ao Senado da República. Para tentar repetir o feito histórico de Luiz Carlos Prestes, ‘O Cavalei­ro da Esperança’, eleito, nas elei­ções históricas do ano de 1946.

Matheus Benazi é o único candidato a deputado estadual da sigla da foice e do martelo. Já Andrielle Qualhato concorre­rá à deputada federal. O PCB já disputou quatro eleições ao Go­verno do Estado de Goiás. Pós­-redemocratização do Brasil. A primeira, em 1986, com Pau­lo Villar. A segunda, no ano de 2010, com a professora do IFG, Marta Jane. A terceira, em 2014, mais uma vez com a marxista­-leninista Marta Jane. Com um performance expressiva.

HISTÓRICO

Fundado em 25 de março de 1922, em Niterói, Rio de Ja­neiro, por nove operários, en­tre eles João da Costa Pimen­ta, que depois vestiria a camisa dos seguidores de Liev Davido­vich Bronstein, ‘nom de guerre’ Leon Trotsky, líder da revolução russa de 26 de outubro ou 7 de novembro de 1917 e executado por Ramón Mercader, a mando de Josep Stálin, o PCB é a sigla mais antiga do cenário político no Brasil. Extinto com a criação do PPS, em 1992, refundou-se.

O PCB já disputou quatro eleições ao Governo do Estado de Goiás. Pós-redemocratização do Brasil. A primeira, em 1986, com Paulo Villar. A segunda, no ano de 2010, com a professora do IFG, Marta Jane. A terceira, em 2014, mais uma vez com a marxista-leninista Marta Jane.

 

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