Política

“PSD, PTB e PP não podem colocar a faca nos pescoços de José Eliton e Marconi”

Redação DM

Publicado em 2 de março de 2018 às 01:38 | Atualizado há 1 ano

  • Ex-presidente da Assembleia Legislativa condena o que classifica como ameaça de velhos aliados de migrar para a oposição
  • Ex-deputado estadual acredita na eleição de dois senadores, 33 deputados estaduais e 13 deputados federais da base aliada
  • Ex-prefeito de Catalão apoia Alckmin ao Palácio do Planalto, diz que Bolsonaro ameaça democracia e ataca MDB

 

A base aliada, se quiser ganhar as eleições de 2018, ao Palácio das Esmeraldas, e ao Senado da Repú­blica, deve manter a unidade e re­cusar a tática de colocar a “faca nos pescoços” do governador do Esta­do, Marconi Perillo [PSDB], e de José Eliton [PSDB], vice e nome do atual bloco de poder à sucessão estadual. É o que afirma o secretário de Es­tado de Gestão de Gabinete, Jardel Sebba [PSDB]. O recado é para o PSD, presidido por Vilmar Rocha, além de Henrique Arantes, depu­tado estadual do PTB, que amea­ça migrar para as hostes da oposi­ção, e ao PP, do gentleman Wilder Morais, senador da República, que insiste em abocanhar uma vaga.

Restam a vice, uma vaga ao Senado Federal, as suplências, lu­gares na chapa proporcional.

Presidente do PSD, Vilmar Rocha deixou a Secima [Secretaria de Es­tado das Cidades, Meio Ambiente e Recursos Hídricos], pasta estratégi­ca, compôs a base aliada nos últimos 20 anos, e diz aceitar apenas concor­rer ao Senado. Sob ameaças verbais, Henrique Arantes, filho do deputado federal Jovair Arantes, exige a vice ao PTB, que participa desde 1999 das gestões do Tempo Novo. O PP in­siste em ocupar a segunda cadeira ao Senado. Wilder Morais assumiu a vaga após a cassação de Demós­tenes Xavier Torres, em 2012, com os desdobramentos da Operação Monte Carlo, desencadeada pela Polícia Federal e Ministério Público.

É preciso bom senso. Paciên­cia. Jogo de cintura. Abrir mão aqui para o futuro ser radiante.

CASA VERDE

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás afirma que apenas Marconi Pe­rillo e José Eliton, depois de ou­vir a base aliada, devem decidir a composição das chapas majori­tária e proporcional. Jardel Sebba acredita na eleição de 33 deputa­dos estaduais, 13 deputados fe­derais e dos dois senadores. Além de José Eliton, é claro, dispara. O governador de São Paulo, Geral­do Alckmin, é a melhor opção do PSDB à Presidência da Repúbli­ca, frisa. O ex – deputado estadual descarta João Dória [SP], Aloysio Nunes [SP], José Serra [SP] e Ar­thur Virgílio [AM]. O meu nome preferido era Marconi Perillo, diz. O PSDB é paulista, reclama.

O deputado federal de ex­trema-direita Jair Bolsonaro é, sim, uma ameaça à democracia.

 

 

PERFIL

 

Nome: Jardel Sebba

Formação: É médico

Estado civil: Casado com Anna Sebba

Partido: PSDB

Cargos: Secretário de Gestão de Gabinete e membro do PSDB [GO]

Registro: Ex-deputado estadual, ex-presidente da Assembleia Legislativa, ex-prefeito de Catalão

 

Tags

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia