DM Saúde

Cais de Luziânia aumenta oferta de medicamentos

Redação Online

Publicado em 18 de junho de 2026 às 16:19 | Atualizado há 1 hora

A farmácia do Centro de Atenção Integral à Saúde de Luziânia (Cais) aumentou a disponibilidade de medicamentos gratuitos para a população e reforçou o protocolo desses remédios. De acordo com a farmacêutica Juliana Furlan, coordenadora da Central de Medicamentos da unidade a oferta das formulações para os pacientes é uma prioridade para garantir uma saúde plena e continuada.

“Os pacientes passam em consultas com os médicos e já são encaminhados para a farmácia em busca do que foi prescrito. Nós cuidamos da dispensação para as pessoas e instruímos como fazer o uso correto para a melhoria da saúde”, explica.

Segundo Juliana Furlan a central de medicamentos do Cais de Luziânia tem tudo o que é previsto no programa Farmácia Popular do Sistema Único de Saúde (SUS). Os mais procurados e que fazem parte da rotina de uso contínuo da população, estão sempre disponíveis.

“Há prescrições que os pacientes não podem ficar sem uso diário e que não podem faltar, como para hipertensão, diabetes e contraceptivos, que sempre reforçamos os estoques. O objeto é garantir que a população esteja sempre abastecida”, ressalta a coordenadora.

Há ainda uma série de medicamentos controlados como fluoxetina, certralina e outros remédios da Farmácia Popular que são disponibilizados. Até as grávidas recebem atenção especial com a disponibilidade de ácido fólico, para uso durante a gravidez, garantindo a saúde fetal.

Além de medicamentos, a farmácia do Cais recebeu incremento recentemente de fitas para medição de glicemia, destinadas a pacientes diabéticos. A diretora do Cais, Fabiane Freire, explica que a distribuição faz parte da estratégia para controle da doença e que isso reflete até na redução da necessidade de uso de medicamentos.

“Garantir o controle da diabetes é fundamental para a evolução do tratamento. Nosso pessoal recebe esses pacientes, orienta corretamente sobre o uso das fitas de medição e sobre os medicamentos. Isso é prestar uma saúde humanizada e de segurança para nossa população”, finaliza.

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