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Criança relata abuso através de desenho entregue para professora em escola de Itumbiara

A situação aconteceu após um evento sobre o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil, que é celebrado em 18 de maio

diario da manha
Foto: Polícia Civil- Itumbiara Goiás

Uma criança relatou um abuso através de um desenho entregue para uma professora em uma escola de Itumbiara, região sul de Goiás. A Polícia Civil disse que o caso aconteceu durante uma ação sobre o combate ao abuso infantil

A situação aconteceu após um evento sobre o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil, que é celebrado em 18 de maio. Na ocasião, foram realizadas palestras e outras atividades de conscientização na escola sobre o tema.

“Uma das crianças fez um desenho de que um abusador saía de um quarto da esposa e ia até o quarto dela. Acharam aquela situação diferente, conversaram com a criança, acionaram o Conselho Tutelar e trouxeram o caso para a delegacia”, afirmou o delegado Anderson Pelágio.

O delegado afirmou que, no dia, uma professora pediu que as crianças desenhassem o que elas entendiam sobre abuso. Nisso, uma das estudantes fez um desenho que chamou a atenção da professora, que entendeu que a menina poderia estar sendo vítima de algum tipo de abuso.

A PC assumiu o caso na quinta-feira, 26, e já começou a ouvir pessoas envolvidas. Segundo a polícia, até o momento, o suspeito não foi preso. 

Para resguardar a vítima, a Polícia Civil não divulgou a idade dos envolvidos nem o grau de parentesco entre eles. A corporação disse ainda que, além de ouvir testemunhas, como professores e familiares da aluna, também vai apreender o desenho feito pela estudante.

O delegado declarou que exames feitos na criança não confirmaram a conjunção carnal, no entanto, isso não elimina a prática do crime.

“Sobre o exame o resultado não confirmou a conjunção carnal, isso porque ela narrou a prática de toques no corpo, algo que não deixam vestígios. Mas isso não elimina a prática do crime. Inclusive, é comum nessas formas de delito”, concluiu.

Com informações G1

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